Organizações não governamentais e movimentos sociais da área de saúde acusam o Ministro de censurar e impor retrocessos às campanhas e políticas de saúde pública, a exemplo do recente veto às ações de prevenção dirigidas às profissionais do sexo. Além de grupos de luta contra a Aids, devem participar do ato, entidades ligadas aos movimentos LGBT, de mulheres, negros, entre outros.

De preto (em sinal de luto), com adesivos na boca e mãos atadas (em sinal de censura) os manifestantes irão protocolar pedido de audiência com a Presidente Dilma Rousseff, exigindo maior diálogo com a sociedade civil e a não ingerência de motivações religiosas e eleitoreiras, que têm norteado as decisões do Ministério da Saúde.

A manifestação será na quinta-feira, 13 de junho, às 11h30 horas, em frente ao prédio do  escritório da Presidência da República em São Paulo (prédio do Banco do Brasil), na Paulista esquina com a rua Augusta.